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A empresa pausou a compra e venda de bitcoin para usuários, citando novas regras do BC — enquanto preserva sua estratégia de tesouraria em BTC. 🟠

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A Méliuz vai pausar compra e venda de bitcoin no app — mas não vai vender seu próprio BTC. 🟠🧵 A empresa deu até 30 de outubro para usuários liquidarem os saldos do serviço, enquanto mantém intacta sua aposta em bitcoin na tesouraria.

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Parece contradição à primeira vista: por que tirar o BTC das mãos dos clientes e mantê-lo no caixa da companhia? A resposta está menos no preço do bitcoin e mais nas novas exigências regulatórias para empresas que oferecem criptoativos ao público.

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Segundo a Méliuz, a ferramenta era acessória e atendia uma parcela pequena da base. A companhia afirma que poderia buscar as autorizações necessárias, mas decidiu não priorizar essa operação neste momento.

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O recado é claro: o app volta a concentrar energia em cashback, fidelidade e geração de vendas para parceiros. Já o bitcoin corporativo continua como uma tese de longo prazo, voltada à criação de valor para acionistas.

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A empresa separa duas histórias: a do cliente que comprava BTC pelo aplicativo e a da tesouraria que acumula BTC. Na visão da Méliuz, pausar a primeira não muda o objetivo da segunda: buscar o chamado “BTC Yield”.

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O caso expõe uma fase mais madura do mercado cripto brasileiro: inovação para o usuário final exige estrutura, regras claras e proteção adequada. Para quem tinha saldo no app, o prazo é concreto; para a empresa, a aposta no bitcoin continua aberta.

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