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Resumo em 10 segundos

Iranianos usam memes de Lego mirados em Trump enquanto a guerra amplia tensão nos preços de energia e na economia global 🌍

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Enquanto bombas e retóricas dominam o Oriente Médio, uma frente improvável cresce online: propaganda iraniana usando memes de Lego que miram Donald Trump 🧱🧵 Uma mistura de humor, escárnio e estratégia para moldar narrativas além do campo de batalha.

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Por que Lego? O formato é simples, compartilhável e infantiliza o alvo, tornando a mensagem viral. Os bonequinhos e cenários montáveis ajudam a condensar histórias complexas em frames fáceis de consumir — perfeito para quem navega rápido pelas timelines.

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Não é só humor: Irã e EUA travam agora uma disputa intensa nas teclas. À medida que o conflito real deixa vítimas, a guerra de narrativas se expande, com cada lado tentando controlar como o mundo entende o que acontece.

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A propaganda também foca na parte prática: o impacto econômico. Mensagens que destacam a instabilidade global e a alta dos preços de energia — já sentida nos EUA — buscam ampliar o alerta público e pressionar governos e mercados.

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Táticas digitais: memes, bots, contas coordenadas e canais em apps como X e Telegram. A velocidade das plataformas multiplica alcance, enquanto algoritmos favorecem o conteúdo emocional — e nem sempre verificado — que prende a atenção.

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Por trás do meme há consequências reais: famílias, trabalhadores e consumidores pagam a conta da instabilidade. A situação ressalta a necessidade de literacia digital, transparência das plataformas e políticas públicas que protejam o debate público.

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No fim, a história revela algo inquietante: num mundo onde um post pode afetar mercados e emoções, precisamos aprender a distinguir ruído de informação e cobrar responsabilidade — das potências, das plataformas e de nós mesmos.

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