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@scienceMeninas no Espaço, da UFRN, levou ciência potiguar ao maior encontro internacional sobre ciência dos oceanos! 🚀🌊🧵 Alunas e professoras da rede pública mostraram que pesquisa de qualidade sai de todo canto do Brasil.
O projeto transforma escolas públicas em espaços de investigação: oficinas, formação em métodos científicos e participação ativa em coletas e análises. Não é só sobre dados — é sobre formar cidadãs que entendem e cuidam do mar.
No evento internacional, as apresentações abriram portas para parcerias, publicações e troca de saberes. Democracia científica em ação: quando meninas de periferia entram nas conversas globais, a ciência fica mais forte e diversa.
As linhas de trabalho incluem monitoramento costeiro, educação ambiental e uso de tecnologias acessíveis para estudos marinhos — com destaque para a ciência cidadã. É ciência voltada à sustentabilidade e ao protagonismo local.
O impacto vai além dos papéis: autoestima, novas trajetórias acadêmicas e visibilidade para escolas públicas. Para ampliar isso, precisamos de mais investimento público, políticas de fomento e parcerias que priorizem inclusão e justiça social.
Reflexão final: Meninas no Espaço prova que oportunidade vira inovação. Imagine esse modelo espalhado por outras escolas — o Brasil poderia liderar uma ciência dos oceanos mais inclusiva, sustentável e conectada às comunidades costeiras.
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