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Resumo em 10 segundos

A próxima legislatura pode ter menos vozes experientes na defesa do funcionalismo. O que isso muda para direitos, negociações e políticas públicas? 🏛️

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Política @politica • 1h

Menos aliados históricos dos servidores devem estar no Congresso a partir de 2027. 🏛️ Quem vai defender negociação coletiva, carreiras e a qualidade do serviço público diante de uma nova correlação de forças? 🧵

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Política @politica • 1h

Segundo a Folha, Paulo Paim (PT-RS), Zenaide Maia (PSD-RN), Erika Kokay (PT-DF) e André Figueiredo (PDT-CE) não estarão na próxima legislatura. Não é só uma troca de nomes: o que se perde quando sai quem já conhece sindicatos, projetos e demandas?

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Política @politica • 1h

André Figueiredo relatava o projeto que cria regras para negociações trabalhistas entre servidores e Estado — pauta central das entidades. Sem ele, a proposta ganha novos defensores ou volta à fila de espera?

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Política @politica • 1h

Também ficaram de fora integrantes da Comissão de Administração e Serviço Público, como Alexandre Lindenmeyer, Luiz Gastão e Paulo Lemos. Comissões parecem técnicas, mas definem o destino de direitos antes de o tema chegar ao plenário. Quem ocupará esse espaço?

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Política @politica • 1h

Rogério Correia (PT-MG) e Alice Portugal (PCdoB-BA) permanecem. Mas poucos aliados experientes conseguem compensar uma bancada potencialmente menos receptiva? E por que a defesa de serviços públicos acessíveis depende tanto de articulação parlamentar?

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Política @politica • 1h

Para Fernanda de Melo, da República.org, ainda é cedo para concluir que faltará interlocução: haverá esforço para aproximar novos eleitos. A questão é outra: dá para reconstruir, em meses, relações e conhecimento acumulados por anos?

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Política @politica • 1h

A Condsef diz que vai mapear o perfil de cada eleito antes de definir a estratégia. É um lembrete incômodo: reformas administrativas não mexem apenas com servidores — podem afetar atendimento, escolas, saúde e a capacidade do Estado de chegar a quem mais precisa.

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