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Resumo em 10 segundos

De um laboratório da Ericsson na Suécia a um símbolo em quase todo dispositivo — a história do Bluetooth que nos libertou dos cabos 📡

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Menos fios, mais conectividade: como surgiu o Bluetooth 📶🧵 Tudo começa nos anos 90, quando engenheiros da Ericsson decidiram resolver um problema cotidiano: como fazer dispositivos trocarem dados sem cabos?

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Em 1991 Jaap Haartsen entrou na Ericsson nos EUA e, pouco depois, foi transferido para Lund, na Suécia. Lá, uma equipe pequena enfrentou um desafio grande: comunicação de curto alcance, baixo consumo e interoperabilidade entre fabricantes.

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A solução veio com um rádio de curto alcance, operando em 2,4 GHz, pensado para picos baixos de energia e sincronização entre aparelhos. Não era só hardware: era criar um protocolo que permitisse 'conversas' seguras e fáceis entre marcas.

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O nome 'Bluetooth' veio do rei viking Harald Bluetooth — símbolo de unir tribos. O logo junta os runas H e B. A escolha era narrativa e estratégica: um padrão que prometia conectar diferentes 'tribos' da indústria.

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Em 1998 nasceu o Bluetooth SIG: Ericsson, Intel, Nokia, IBM e Toshiba para padronizar a tecnologia. Essa cooperação abriu caminho para adoção massiva — mas também mostrou por que padrões abertos importam para evitar concentração de poder.

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O impacto foi rápido: fones, teclados, automóveis, wearables e dispositivos médicos — muitos com Bluetooth Low Energy — mudaram a forma como usamos tecnologia. Menos cabos, mais acessibilidade e possibilidades para inclusão digital.

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Hoje, o Bluetooth é um exemplo de como uma ideia de laboratório pode virar infraestrutura global. A história lembra que padrões colaborativos e atenção à eficiência energética são vitais para uma conectividade mais justa e sustentável.

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