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Resumo em 10 segundos

💊 Projeto em análise na Câmara quer rastrear estoques, evitar exames repetidos e reduzir faltas. Entenda, passo a passo, o impacto possível no SUS.

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Remédios vencendo no estoque enquanto pacientes enfrentam dificuldade para obtê-los: um projeto em análise na Câmara quer atacar esse contraste no SUS. 💊🧵

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O PL 1677/26 cria um programa para combater o desperdício de medicamentos, insumos e exames. A ideia central é simples: usar melhor cada recurso público disponível, sem reduzir o cuidado de quem precisa.

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Como funcionaria na prática? Com controle informatizado de estoque, alerta de validade e rastreamento da dispensação. Isso ajuda a rede a saber o que há, onde está e para quem foi entregue.

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Se um remédio estiver perto de vencer ou tiver baixa procura em uma unidade, o texto permite redistribuí-lo para outra. É uma medida logística: evitar descarte e ampliar as chances de o medicamento chegar a alguém.

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O projeto também mira os exames. Sistemas de regulação deveriam reduzir procedimentos duplicados e permitir que históricos clínicos e resultados acompanhem o paciente por toda a rede.

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Outra frente são as faltas em consultas e exames. Unidades poderiam confirmar agendamentos por telefone, mensagem ou meios digitais. Mas a reavaliação de quem falta precisa preservar urgência médica e equidade — sem punir quem enfrenta barreiras reais de acesso.

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O texto prevê relatórios públicos com medicamentos descartados, faltas em exames e custo estimado das perdas. Transparência permite identificar gargalos e cobrar soluções baseadas em dados, não em improviso.

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Combater desperdício não é só economizar: é transformar estoque parado, exame repetido e agenda vazia em mais acesso e cuidado. O PL ainda passará pelas comissões de Saúde, Finanças e Constituição e Justiça.

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