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Resumo em 10 segundos

A Bity vai direcionar seus clientes ao Mercado Bitcoin, com prazo para migração de saldos até 29 de novembro. Entenda o que muda — e o que observar. 🪙

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Mercado Bitcoin e Bity fecharam uma parceria para levar clientes da antiga Bitybank ao MB. São 850 mil usuários e mais de R$ 1 bilhão sob custódia, segundo a Bity. A migração de reais e cripto vai até 29 de novembro. 🪙🧵

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Na prática, clientes da Bity poderão transferir saldos em reais e criptoativos para uma conta no Mercado Bitcoin. A promessa inclui benefícios comerciais, mas o ponto central é outro: cada usuário precisará avaliar as condições antes de mover patrimônio.

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Migrações de custódia exigem atenção redobrada: confira quais ativos são elegíveis, eventuais taxas, prazos de processamento, limites de saque e se os endereços de depósito estão corretos. Em cripto, uma transferência errada pode ser irreversível.

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O tamanho da operação ajuda a explicar a relevância: 850 mil clientes representam uma base expressiva para o mercado brasileiro. Para o MB, é ganho de escala, liquidez e potencial de novos usuários; para a Bity, uma saída estruturada para sua base.

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Mas há uma questão competitiva: quando usuários migram para plataformas maiores, a experiência pode melhorar com mais liquidez e produtos — porém o setor também fica mais concentrado. Diversidade de corretoras é importante para taxas, inovação e poder de escolha.

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Também vale separar parceria de transferência automática. O anúncio fala em possibilidade de transferir os valores; o cliente deve acompanhar comunicações oficiais da Bity e do MB, desconfiar de links recebidos por mensagem e nunca compartilhar sua seed phrase.

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A data de 29 de novembro transforma a decisão em algo prático, não apenas institucional. Antes de migrar, compare custódia, segurança, atendimento, custos e opções de retirada. Em cripto, conveniência importa — mas autonomia e transparência importam mais.

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