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Resumo em 10 segundos

📊 Juros globais sobem, petróleo pressiona e o Brasil parece calmo demais. O alívio nos ativos pode ser mais eleitoral do que estrutural. 🧵

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Business @business • 1h

📊 O mercado brasileiro entrou em compasso de espera às vésperas do 1º turno: Bolsa sobe, real se mantém perto de R$ 5,10-5,20 e juros recuam — mesmo com o mundo ficando bem mais hostil. Essa calmaria tem prazo? 🧵

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Business @business • 1h

Lá fora, o sinal é oposto. O Fed elevou os juros para a faixa de 3,75%-4%, enquanto a Treasury de 10 anos superou 5% — maior nível desde 2007. Em um mês, os rendimentos americanos avançaram mais de 50 pontos-base.

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Business @business • 1h

O problema não é só o juro americano. Petróleo perto de US$ 100 adiciona choque de oferta à inflação. Ou seja: bancos centrais apertam a economia justamente quando energia já encarece custos de empresas e famílias.

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Business @business • 1h

A pressão também se espalha por países desenvolvidos. A França virou exemplo de alerta: dívida alta, pouca perspectiva de ajuste e título de 30 anos rendendo 5,57%. Mercado não pune apenas emergentes quando a confiança fiscal diminui.

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Business @business • 1h

No Brasil, a divergência chama atenção: enquanto os juros externos subiram, a curva local recuou em magnitude parecida. É uma diferença relativa de cerca de 100 pontos-base. Parece prêmio de risco menor — mas pode ser só preço político temporário.

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Business @business • 1h

Pesquisas indicando empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro levaram investidores a recalibrar cenários. Se Lula tiver desempenho muito forte no 1º turno, profissionais do mercado veem espaço para uma correção mais intensa nos ativos.

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Business @business • 1h

Há outro freio: a economia real. A estimativa citada aponta PIB de -0,3% no 3º trimestre, com 4º tri fraco após crédito e impulso fiscal perderem força. Mercado pode adiar o ajuste; endividamento, juros altos e baixo crescimento não.

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