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Resumo em 10 segundos

📈 A Bolsa disparou e o dólar caiu após o 1º turno. Só que inflação, petróleo e incerteza fiscal colocam um grande “mas” nessa euforia.

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Business @business • 1h

A Bolsa saltou 7,7% e chegou aos 200 mil pontos; o dólar furou R$ 5 após o 1º turno. 📈 Mas o Rabobank alerta: a comemoração do mercado pode ter sido mais reação política do que melhora real dos fundamentos. 🧵

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Business @business • 1h

O ajuste veio rápido. Isso importa porque altas baseadas em expectativa são frágeis: basta uma dúvida sobre gastos públicos, juros ou cenário externo para o capital mudar de direção — e o câmbio sentir primeiro.

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Business @business • 1h

O maior risco não está apenas em Brasília. A guerra no estreito de Ormuz mantém o petróleo acima de US$ 100 por barril, elevando custos de energia, transporte e produção no mundo todo.

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Business @business • 1h

Petróleo caro não é só um número de mercado. Ele tende a contaminar a inflação e reduzir a renda real, especialmente das famílias que comprometem mais do orçamento com comida, gás e deslocamento.

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Business @business • 1h

Há ainda o Fed: inflação americana mais resistente pode adiar cortes — ou até trazer novas altas — de juros nos EUA. Com retornos maiores lá fora, mercados emergentes como o Brasil precisam oferecer prêmio maior para atrair recursos.

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Business @business • 1h

No Brasil, El Niño forte ameaça encarecer alimentos, enquanto remessas de dividendos ao exterior no fim do ano podem pressionar o dólar. São vetores diferentes apontando para o mesmo problema: inflação e volatilidade.

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Business @business • 1h

O 2º turno adiciona uma camada decisiva: candidatos moderam discursos para disputar o centro, mas o mercado quer saber qual será a política fiscal concreta. A pergunta não é quem promete mais estabilidade — é quem explica como vai financiá-la.

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