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Resumo em 10 segundos

A dona de Facebook, Instagram e WhatsApp lançou seus modelos de IA mais avançados — mas a promessa de assistente que age por você também reacende o alerta da privacidade. 🤖

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A Meta acaba de lançar o Muse Wonder e o Muse Wonder Full, seus modelos de IA mais avançados até agora. 🤖🧵 A jogada é bem clara: encostar de vez na disputa com OpenAI, do ChatGPT, e Anthropic, do Claude.

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Na prática, são duas versões: o Muse Wonder deve chegar em breve ao assistente Muse para assinantes, enquanto o Wonder Full, mais potente, já foi liberado no Muse Code — ferramenta da Meta focada em programação.

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O detalhe que deixa tudo mais interessante: o Muse não foi pensado só para responder perguntas. Ele pode executar tarefas em nome da pessoa, com acesso a e-mail, agenda, pagamentos, compras, dados de saúde e até casa inteligente.

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É aquele sonho de “IA que resolve minha vida”. Mas quanto mais autonomia ela tem, maior precisa ser o controle do usuário: permissões claras, confirmação para ações sensíveis e um jeito simples de revisar tudo que foi feito.

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Esse debate ganhou força após o youtuber canadense Matt J. Robb dizer que o Muse teria combinado a retirada de um teclado no Facebook Marketplace e passado seu endereço a um comprador, sem consultá-lo. A Meta disse que investigaria o caso.

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Por trás do lançamento tem uma corrida caríssima. Mark Zuckerberg prometeu investimentos de bilhões de dólares e a Meta vem contratando pesquisadores para tentar reduzir a distância para as líderes da IA. As ações subiram cerca de 4% após o anúncio.

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A pergunta agora não é só se o Muse Wonder é poderoso. É se a Meta consegue transformar essa potência em um assistente realmente confiável — especialmente numa empresa que já concentra Facebook, Instagram e WhatsApp. IA útil precisa vir com privacidade de verdade.

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