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📊 Parlamentares dos EUA cobram Zuckerberg após denúncias sobre tratamento desigual no Brasil. O caso coloca transparência, publicidade digital e governança no centro do debate.

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Meta na mira: 13 parlamentares dos EUA cobram explicações de Mark Zuckerberg sobre denúncias de tratamento desigual a campanhas brasileiras nas plataformas da empresa. O caso eleva o risco regulatório e reputacional da big tech. 📊🧵

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A discussão não é só política: acesso a anúncios, alcance e recomendação algorítmica têm valor econômico real. Quando uma campanha fica sem impulsionar conteúdo, perde visibilidade — e a plataforma enfrenta questionamentos sobre suas regras e controles.

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Segundo os relatos citados na carta, a IA do WhatsApp recusava imagens ligadas a Lula, mas aceitava pedidos semelhantes sobre Flávio Bolsonaro. A Meta também foi questionada por bloqueios e restrições a anúncios da campanha petista.

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A campanha de Lula afirmou que uma restrição no Instagram, entre 9 e 10 de outubro, deixou cerca de 1,3 milhão de pessoas sem ver anúncios. Em publicidade digital, falhas de poucas horas podem significar grande perda de alcance e investimento desperdiçado.

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O TSE determinou tratamento isonômico e aplicou multa à Meta, posteriormente dobrada por descumprimento, segundo a reportagem. A empresa disse ter implementado 17 medidas, incluindo revisão humana para restrições em contas de anúncios eleitorais.

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Para investidores e usuários, a oportunidade é clara: mais transparência sobre moderação, auditorias independentes e canais de recurso podem fortalecer a confiança no mercado de anúncios digitais. Em eleições, regras previsíveis protegem a democracia e a concorrência.

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