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Resumo em 10 segundos

A publicidade acelerou, o lucro saltou e a Meta vê na Muse sua próxima grande máquina de receita. 🤖📈

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Business @business • 1h

A Meta subiu cerca de 5% no pós-mercado após revelar um trimestre que muda o tom da sua aposta em IA: a empresa diz que os bilhões investidos já estão puxando receita — e a Muse pode ser a próxima fronteira. 🤖📈🧵

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O motor ainda é conhecido: publicidade. A receita total cresceu 26%, para US$ 64,6 bilhões, impulsionada por recomendações feitas por IA, mais anúncios exibidos e preços publicitários maiores.

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No período de julho a setembro, o lucro líquido chegou a US$ 9,86 bilhões, ou US$ 3,83 por ação. Um salto enorme ante os US$ 2,71 bilhões do ano anterior — que havia sido afetado por uma cobrança fiscal pontual.

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Mas o capítulo mais observado pelos investidores atende por Muse: o agente pessoal de IA lançado em setembro. Em pouco tempo, mais de 10 milhões de pessoas nos EUA e Canadá abriram contas.

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A atividade na Muse está concentrada em compras e viagens. Segundo a análise citada pela empresa, usuários gastam em média cerca de US$ 200 por compra via agente. É aí que a Meta enxerga um novo corredor de crescimento.

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Zuckerberg desenhou o plano: assinaturas, anúncios, ferramentas de comércio eletrônico e outros serviços. A ambição é levar a Muse a 1 bilhão de usuários — e, no longo prazo, faturar por pessoa mais do que Facebook e Instagram.

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Há um custo nessa corrida: IA exige muita computação. A Meta afirma esperar ganhos de eficiência superiores a 10 vezes no próximo ano. Se cumprir a promessa, a rentabilidade da Muse pode chegar bem antes do padrão histórico da companhia.

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A história da Meta deixa de ser só “mais anúncios nas redes”. Agora, a disputa é por quem controla a interface entre consumidores, marcas e decisões de compra. E transformar IA em negócio sustentável será o teste que vale bilhões.

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