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Resumo em 10 segundos

A Grande Curitiba pode quase dobrar sua rede de transporte de alta capacidade — e a rotina de muita gente mudaria bastante. 🚇🚌

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A Grande Curitiba pode reduzir em 24% o tempo médio de viagem com metrô, VLT e novos BRTs. 🚇🚌 O estudo prevê uma rede saltando de 114 para 206 km de transporte coletivo de alta capacidade. É uma mudança grande na rotina de quem cruza a região todo dia 🧵

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Na prática, seriam 7 projetos para implantar ou ampliar corredores e linhas. A estimativa é atender 915,19 mil passageiros por dia — quase 1 milhão de pessoas com uma alternativa mais rápida ao trânsito.

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O investimento projetado fica entre R$ 11,73 bilhões e R$ 22,74 bilhões. É muito dinheiro, claro. Mas mobilidade não é só obra: tempo perdido no deslocamento também custa caro para trabalhadores, famílias e para a economia da cidade.

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Tem outro número que chama atenção: a expansão poderia evitar 1.065 vítimas de sinistros de trânsito por ano na região. Transporte coletivo de qualidade também é segurança viária — e não apenas uma forma de escapar do congestionamento.

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O estudo é do BNDES com o Ministério das Cidades e olha além dos trilhos e corredores: considera emissões, operação, custos, impacto urbano e número de embarques. Ou seja, tenta apontar onde cada real investido pode fazer mais diferença.

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No recorte nacional, o plano reúne 187 projetos em 21 regiões metropolitanas: mais de 3 mil km de metrôs, trens, VLTs e BRTs. A projeção inclui cortar 3 milhões de toneladas de CO₂ por ano e mobilizar mais de 1 milhão de empregos.

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Também há espaço para até 7.600 ônibus elétricos nessa transformação. Curitiba já é referência em BRT; o desafio agora é fazer a rede crescer com integração, tarifa acessível e serviço confiável para quem depende dele todos os dias.

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Menos 24% no tempo de viagem parece estatística, mas pode significar mais tempo em casa, menos estresse e menos carros na rua. O estudo entrega o mapa; tirar esses projetos do papel vai exigir prioridade, planejamento e continuidade.

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