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Resumo em 10 segundos

O digital domina no geral, mas disco ainda é gigante em mercados específicos. Astro Bot na França é o melhor exemplo 👀

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Disco morreu? Alguém esqueceu de avisar o PlayStation 📀🧵 Novos dados mostram que, mesmo com o digital dominando, a mídia física ainda carrega uma fatia enorme das vendas — dependendo do jogo e do país.

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Astro Bot é o retrato perfeito disso: 68% das vendas na França foram em mídia física. Na Austrália, 60%; no Reino Unido, 51%. Até nos EUA, onde o digital é fortíssimo, discos ficaram com 35%.

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E não é só o robozinho da Sony, tá? Assassin’s Creed Shadows teve 58% de vendas físicas na França, 54% na Austrália e 48% no Japão. Nos EUA, caiu para 26%. O hábito de compra muda MUITO de região para região.

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Agora, sem fingir que o digital não venceu a média geral: a própria Sony informou 78% de vendas digitais de jogos completos no ano fiscal encerrado em março de 2026. No último trimestre, foram 85%.

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Detalhe importante: esse cálculo da Sony é de jogo completo digital versus total de jogos completos. DLC e microtransações entram em relatórios separados. Ou seja, o digital domina mesmo — não precisa inflar o número para dizer isso.

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A graça está justamente na nuance: uma média global esconde públicos diferentes. Tem gente que prefere praticidade; tem quem colecione, revenda, empreste ou só queira ter a caixa na estante. E todas essas formas de jogar continuam válidas.

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No fim, mídia física não é relíquia: é opção. E opção importa, especialmente quando preserva jogos, facilita troca entre jogadores e evita que o acesso dependa só de uma loja digital. O disco não pediu funeral — pediu mais uma partida. 🎮

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