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Resumo em 10 segundos

Vendas do Brasil à Argentina caem 19,4% no semestre. Abertura a produtos chineses mexe com fábricas, empregos e a corrida pelos EVs. E agora? 🚗⚠️

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Milei abriu o mercado argentino à China e o Brasil viu suas vendas à Argentina caírem 19,4% no 1º semestre — o setor automotivo vai sentir esse tremendo baque? 🇦🇷🇨🇳🧵

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Dados na mão: o Brasil exportou US$ 7,4 bi para a Argentina no semestre, queda forte. Mas o impacto maior foi no setor auto — perda de cota para modelos chineses e possível migração de fornecedores. Como proteger indústria e empregos sem fechar mercado?

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Quais chinesas entram com força na Argentina? Nomes como BYD e Chery estão ligados à oferta de EVs e carros mais baratos. Isso é concorrência saudável ou uma corrida de preços que desmonta nossa cadeia local de fornecedores?

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E os trabalhadores? Se fábricas brasileiras exportadoras perderem ritmo, quem paga o custo social? Regulamentação, incentivos para transição tecnológica e políticas industriais parecem chave. Será que estamos reagindo rápido o suficiente?

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O que as montadoras brasileiras podem fazer? Investir em EVs, integrar fornecedores regionais, reduzir custos e apostar em qualidade e sustentabilidade. Mas isso exige capital, políticas públicas e menos concentração de poder nas cadeias.

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Reflexão final: perder mercado externo é perder participação na cadeia global — e empregos. A entrada chinesa pode acelerar a transição para EVs, mas quem garante que benefícios econômicos e ambientais cheguem às pessoas e às comunidades impactadas?

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