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Resumo em 10 segundos

📊 A corrida pelo governo de Minas tem um líder no 1º turno, mas o 2º turno segue aberto — e o Senado está ainda mais embolado. 🧵

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Minas entra na reta final com um dado que relativiza qualquer favoritismo: 50% dos eleitores ainda não apontam voto espontâneo para governador. 📊 No cenário estimulado, Cleitinho Azevedo lidera com 35%, seguido por Patrus Ananias, com 19%. 🧵

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A distância no 1º turno é relevante, mas não encerra a disputa. Pesquisa espontânea mede lembrança consolidada; a estimulada revela escolhas diante de uma lista. Quando metade ainda não cita ninguém, campanha, debates e propostas podem deslocar o jogo rapidamente.

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Nos cenários de 2º turno, Cleitinho aparece à frente contra Alexandre Kalil e Mateus Simões. Já contra Patrus Ananias, há empate técnico. O retrato é claro: liderança inicial não é sinônimo de maioria social consolidada.

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Outros duelos também ficam tecnicamente empatados: Kalil x Ananias e Simões x Ananias. Simões venceria Kalil. Com margem de erro de 2 pontos percentuais, diferenças pequenas exigem cuidado: ranking de pesquisa não substitui resultado eleitoral.

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A rejeição ajuda a explicar o equilíbrio: Cleitinho e Ananias registram 45%, enquanto Kalil chega a 43%. Em eleições polarizadas, não basta mobilizar a própria base; vence quem também reduz resistências e dialoga com quem ainda está fora das bolhas.

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No Senado, onde Minas elegerá duas pessoas e cada eleitor terá dois votos, a indefinição é ainda maior: Marília Campos tem 18%; Domingos Sávio e Carlos Viana, 16%; Aécio Neves, 13%; Marcelo Aro, 12%. Tudo dentro de uma disputa apertada.

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A grande questão mineira não é apenas “quem está na frente”. É se os candidatos oferecerão respostas verificáveis para emprego, serviços públicos, desigualdade regional, mobilidade e transição ambiental. Com tantos indecisos, propostas concretas podem valer mais que manchetes.

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