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Resumo em 10 segundos

🚆🚌 Integrar modais é consenso entre candidatos ao governo do RJ, mas os caminhos para reduzir o sufoco diário são bem diferentes. 🧵

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Mobilidade urbana é um dos maiores desafios do RJ — e os candidatos ao governo têm receitas bem diferentes para ônibus, trens, metrô e barcas. O consenso: integrar tudo. A disputa começa no “como”. 🚆🚌🧵

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Milhões de pessoas cruzam municípios todos os dias e dependem de conexões que funcionem de verdade. Integração não é só trocar de modal: envolve tarifa, frequência, acessibilidade, segurança e informação clara para quem está na correria.

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Eduardo Paes propõe expandir o BRT para outras cidades, especialmente na Baixada Fluminense, e promete iniciar as obras da Linha 3 do metrô, conectando Niterói, São Gonçalo e Itaboraí até o fim do mandato.

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O plano de Paes também fala em aproximar a operação da SuperVia do padrão do BRT carioca e em mais transparência na bilhetagem e nos custos do ônibus intermunicipal. Cobrar qualidade e abrir os números é essencial para melhorar o serviço.

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Anthony Garotinho propõe um Plano de Mobilidade e Logística Fluminense, com prioridades definidas por demanda, impacto social, custo e recursos disponíveis. Nos trens, cita metas de intervalo, regularidade, climatização, acessibilidade e segurança.

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Douglas Ruas concentra suas propostas na integração dos modais. Já William Siri defende mudanças estruturais: reestatização dos trens e redução das tarifas. Modelos distintos, com uma meta comum: tornar o deslocamento mais digno e eficiente.

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Também entram no debate a Estação Gávea, novos estudos para a Linha 3, recuperação de estradas e transparência sobre subsídios e desempenho das concessionárias. Para o RJ avançar, transporte público precisa ser tratado como prioridade cotidiana — não promessa de campanha.

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