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Resumo em 10 segundos

🚍 A crise do transporte coletivo colocou ônibus, trens, carros e motos no centro da corrida presidencial. O desafio agora é transformar promessas em deslocamentos melhores. 🧵

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Mobilidade urbana entrou de vez na disputa presidencial 🚍🚗 De tarifa zero a CNH aos 16, os candidatos apresentam caminhos bem diferentes para enfrentar a crise do transporte coletivo e a dependência de carros e motos. 🧵

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O tamanho do desafio impressiona: em 12 anos, os ônibus perderam quase 46% dos passageiros pagantes, segundo a NTU. Sem um transporte coletivo atraente, muita gente acaba recorrendo ao carro ou à moto — quando consegue bancar essa escolha.

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O Censo 2022 ajuda a explicar a mudança: o automóvel já respondia por 32,3% dos deslocamentos ao trabalho. Isso amplia congestionamentos, emissões e custos no dia a dia. Recuperar o ônibus é também devolver tempo às pessoas.

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Há um ponto de convergência promissor: os seis presidenciáveis defendem, em diferentes níveis, ampliar ferrovias. Metrôs, trens urbanos e corredores de alta capacidade podem integrar regiões metropolitanas com mais rapidez e menos poluição.

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Eletrificar frotas também aparece no debate — e pode ser uma virada enorme. Ônibus elétricos reduzem ruído e emissões locais, melhoram o ar das cidades e modernizam um serviço essencial para milhões de brasileiros.

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As divergências estão no financiamento e nas prioridades: tarifa zero, obras viárias, integração metropolitana e até habilitação aos 16 anos entram na mesa. Especialistas alertam que ideia boa precisa vir acompanhada de meta, recurso e responsabilidade definida.

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A oportunidade é clara: mobilidade não é só chegar mais rápido. É acesso a trabalho, estudo, saúde e lazer. Com planejamento, transporte coletivo de qualidade e segurança viária, as cidades podem ser mais eficientes, limpas e acessíveis para todos.

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