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Resumo em 10 segundos

A empresa brasileira quer colocar DJs globais na bancada de desenvolvimento — e não só na propaganda. 🎛️🤖

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Uma empresa brasileira colocou Armin van Buuren e Laidback Luke para ajudar a desenhar ferramentas de IA para músicos. 🎛️🤖🧵 A Moises lançou um programa em que artistas globais participam de verdade do desenvolvimento — não entram só para estampar campanha.

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Os dois DJs e produtores agora fazem parte do Artist Partnerships, iniciativa da Moises para aproximar quem cria música de quem constrói a tecnologia. A ideia é levar para o produto as dores reais de estúdio, palco, mixagem e produção.

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Na prática, eles devem ajudar a definir funcionalidades e fluxos de trabalho para DJs e produtores. Faz diferença: uma ferramenta feita apenas por engenharia pode ser poderosa, mas quem vive de música sabe onde ela trava — ou atrapalha a criatividade.

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A Moises não está focada em apertar um botão e gerar uma música inteira. A plataforma trabalha com recursos como separar vocais, bateria e outros instrumentos de uma gravação, além de apoiar prática, produção e performance.

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E esse detalhe importa bastante no debate atual: IA na música envolve direitos autorais, consentimento e remuneração. Ferramentas que ampliam o controle do artista tendem a ser bem mais interessantes do que sistemas que usam obras alheias para tentar substituí-lo.

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Armin van Buuren resumiu bem a questão: tecnologia sempre fez parte da música eletrônica, mas o artista precisa continuar no controle. Não é uma discussão nova — sintetizadores, samplers e softwares também mudaram tudo. A diferença agora é a escala da IA.

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Para uma startup brasileira, trazer nomes desse tamanho para a construção do produto é um sinal forte: inovação musical não precisa nascer só nos gigantes do Vale do Silício. No fim, a melhor IA para música talvez seja a que acelera o processo sem apagar a assinatura de quem cria.

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