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Equipes percorrem Minas Gerais e Espírito Santo para analisar água de consumo humano na bacia afetada pelo rompimento de Fundão. 💧🔬

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💧 A 4ª campanha de monitoramento da água na bacia do Rio Doce está em curso em Minas Gerais e no Espírito Santo. Equipes da Funasa percorrem três trajetos para avaliar água destinada ao consumo humano em áreas afetadas pelo rompimento de Fundão, em 2015. 🧵

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A operação usa Unidades Móveis de Controle da Qualidade da Água (UMCQAs): duas atuam em Minas Gerais e uma no Espírito Santo. Elas permitem coletar e analisar amostras mais perto das comunidades acompanhadas.

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Nesta etapa, a AgSUS passou a fornecer veículos e motoristas. A Funasa mantém a responsabilidade técnica pelas coletas e análises — uma divisão que sustenta a continuidade do monitoramento em campo.

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As equipes passaram por Viçosa e Conselheiro Pena, em MG, e Colatina, no ES. Em Barra do Cuieté, comunidade de Conselheiro Pena, ações anteriores já identificaram contaminação em poços avaliados.

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O laboratório do Cisab-ES foi incorporado à preparação das próximas etapas. A medida deve reduzir os deslocamentos das amostras coletadas no Espírito Santo, ajudando a preservar prazos e condições adequadas para análise.

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A campanha começou com alinhamento técnico em Belo Horizonte entre profissionais das unidades móveis e motoristas. A previsão de chuva também entra no planejamento, pois pode exigir mudanças nas rotas de campo.

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Após o encerramento das atividades da Fundação Renova no Rio Doce, o monitoramento integra as ações de saúde ambiental na região. Dados contínuos sobre água de consumo são essenciais para orientar prevenção e respostas locais.

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Mais de uma década após o rompimento, acompanhar a qualidade da água continua sendo uma tarefa científica e de saúde pública: medir, comunicar os resultados e garantir que comunidades tenham informação confiável sobre a água que usam.

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