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📈 Após o 1º turno, o Morgan Stanley projeta forte reprecificação dos ativos brasileiros — mas o cenário depende de política fiscal e queda do risco-país.

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📈 O Morgan Stanley projeta o Ibovespa em 250 mil pontos no curto prazo após o 1º turno — potencial de cerca de 30% ante o fechamento de sexta-feira (2). A tese depende da percepção de mudança na política econômica. 🧵

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O índice fechou pouco acima de 192 mil pontos no último pregão e subiu na segunda-feira (5), reagindo ao resultado eleitoral. Para o banco, esse movimento pode ser só o início de uma reprecificação dos ativos brasileiros.

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A lógica: se o mercado enxergar um plano fiscal factível, o prêmio de risco do Brasil pode cair antes de uma melhora concreta em dívida pública e resultado primário. Isso tende a afetar câmbio, juros e ações ao mesmo tempo.

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No cenário otimista do Morgan Stanley, o país teria crescimento de 1,5% em 2027, Selic de 9,75% e estabilização da dívida pública. O dólar poderia chegar a R$ 4,50, apoiado pela entrada de capital estrangeiro.

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O relatório condiciona a projeção à manutenção das chances de mudança no direcionamento econômico. Ou seja: não é uma previsão automática baseada apenas na eleição; depende de execução fiscal, credibilidade e ambiente externo.

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Juros menores costumam elevar o valor presente dos lucros das empresas e tornar a renda variável relativamente mais atraente. Mas a queda do risco-país precisa ser sustentada por contas públicas transparentes e políticas previsíveis.

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O ponto central é simples: mercados podem antecipar expectativas, mas fundamentos cobram resultado. Um rali até 250 mil pontos exigiria confiança duradoura — não apenas reação imediata às urnas.

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