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A ideia é complementar repasses a hospitais com dinheiro estadual e reduzir decisões caso a caso. Entenda o que está em jogo na saúde do Paraná 🏥

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Sérgio Moro (PL) disse que, se for eleito governador do Paraná, quer criar uma “tabela SUS paranaense” 🏥🧵 A proposta é usar recursos do estado para complementar os valores que hospitais e profissionais recebem pelo atendimento via SUS.

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Na prática, seria um reforço ao pagamento já feito pelo SUS. Moro cita como inspiração a tabela SUS Paulista, modelo em que o governo estadual complementa a remuneração de serviços de saúde.

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O argumento do candidato é simples: hospital que prestou um serviço de qualidade deveria receber por regras gerais, sem ter de depender de negociações pontuais ou da decisão individual de autoridades da Secretaria de Saúde.

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Esse ponto mexe com um problema real: quando o repasse é insuficiente ou imprevisível, hospitais podem cortar serviços, adiar investimentos e sobrecarregar equipes. E quem sente primeiro é a população que depende exclusivamente do SUS.

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Mas a promessa vem com perguntas importantes: qual será o valor do complemento? De onde sairá o dinheiro no orçamento? Quais critérios vão definir “qualidade”? E como garantir transparência para que o recurso chegue a todas as regiões, não só aos grandes centros?

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Uma tabela estadual pode dar mais previsibilidade à rede, desde que venha acompanhada de controle público, metas claras e atenção à desigualdade entre municípios. Saúde não pode virar uma disputa por quem tem mais influência política.

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Moro cumpriu agenda em Guarapuava, Campo Largo, Colombo e Curitiba. Ele é um dos oito candidatos ao governo do Paraná; o 1º turno está marcado para 4 de outubro. Na eleição, proposta de saúde precisa caber no orçamento — e funcionar na ponta.

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