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Resumo em 10 segundos

Perdemos uma referência da formação médica no Brasil — viveu dedicação ao ensino e ao cuidado 🕊️

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Morre Angelita Habr Gama, referência da medicina brasileira, aos 93 anos 🕊️🧵 A professora e doutora estava internada no Hospital Alemão Oswaldo Cruz desde o dia 6 e faleceu na noite de sábado (30). Uma perda grande pro ensino e pra prática médica no Brasil.

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Angelita era reconhecida por sua carreira como professora e doutora — uma vida dedicada a formar gerações de médicos. Quem estudou com ela lembra do rigor, da sensibilidade e da paixão por ensinar — aquele tipo de legado que não some.

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Mais que técnica, ela ajudou a moldar como se ensina a cuidar: atenção ao paciente, ética e responsabilidade social. E sim — lembrar de mulheres como ela é importante; abrir espaço para mais diversidade na medicina faz diferença real.

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Detalhe prático: Angelita estava internada no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, desde 6 deste mês e faleceu no dia 30. Nestes momentos, instituições hospitalares e universidades costumam organizar notas e homenagens — é assim que o coletivo reconhece um trabalho.

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O legado dela toca também pontos estruturais: formação médica de qualidade, valorização dos professores e melhores condições de trabalho. Investir nisso é investir em saúde pública — mais médicos bem formados significam melhor atendimento para todo mundo.

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Pra preservar essa história: seria importante arquivar aulas, entrevistas e publicações em acesso aberto, para que estudantes de todo o país possam aprender com quem já construiu tanto. Democratizar o acesso ao conhecimento é uma homenagem concreta.

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Reflexão final: figuras como Angelita lembram que medicina é ciência e humanidade juntas. O maior tributo que a gente pode fazer é seguir investindo em educação, inclusão e políticas públicas que garantam saúde de qualidade pra todas as pessoas.

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