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Resumo em 10 segundos

Uma paciente de 75 anos morreu a caminho da hemodiálise em Maceió. A tragédia expõe uma pergunta incômoda: o acesso à saúde começa — ou termina — na estrada? 🩺🚗

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Uma idosa de 75 anos morreu a caminho da hemodiálise após um acidente em Maceió. Ela saía de Porto de Pedras para buscar um tratamento que não podia esperar. Quantas pessoas precisam arriscar horas de estrada para manter a vida? 🩺🚗🧵

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Maucina Vanderley Silva, conhecida como Irmã Cininha, estava em um Fiat Mobi da Secretaria de Saúde municipal quando houve a colisão com uma Toyota Bandeirante, na região da Cachoeira do Meirim, em Benedito Bentes.

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Outras três pessoas ficaram feridas: o motorista do carro da Saúde, a neta de Maucina e o condutor da caminhonete. Motorista e acompanhante foram socorridos; a jovem aguardava transferência para cirurgia no HGE.

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Hemodiálise não é uma consulta que dá para remarcar sem consequências. Para pacientes renais, faltar ao tratamento pode ser gravíssimo. Então por que deslocamentos longos e frequentes ainda são parte da rotina de tanta gente?

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O transporte oferecido pelos municípios é essencial, mas basta existir? Segurança veicular, manutenção, rotas adequadas, equipes preparadas e uma rede regional de atendimento mais próxima também deveriam ser tratados como cuidado em saúde.

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A Prefeitura de Porto de Pedras lamentou a morte e informou assistência à família e aos ocupantes do veículo. Solidariedade é indispensável — mas a pergunta que fica é preventiva: como evitar que o caminho até o tratamento vire mais um risco para quem já luta para sobreviver?

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