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A morte de Anna Laura, de 8 meses, levou a família a denunciar suspeita de negligência em Campo Grande. O caso reforça a importância de investigação, transparência e rede pediátrica preparada. 🕊️

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A morte de Anna Laura, de 8 meses, após atendimentos em três unidades de saúde de Campo Grande, motivou uma denúncia da família por suspeita de negligência médica. O caso pede acolhimento, investigação rigorosa e respostas transparentes. 🕊️🧵

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Segundo o boletim de ocorrência e o relato da mãe, a bebê teve febre e vômitos, foi atendida na UPA Universitário e retornou dias depois com piora. Ela passou também pelo Hospital do Câncer e pelo Hospital Regional, onde foi internada em UTI.

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A mãe relata dúvidas sobre o diagnóstico e possíveis falhas na assistência, incluindo administração de medicamentos e oxigênio. São alegações que precisam ser apuradas pelas autoridades e pelas instituições envolvidas, com respeito à família e aos profissionais.

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Em nota, o Hospital do Câncer Alfredo Abrão informou que Anna Laura foi internada em 10 de outubro e transferida cerca de três horas depois ao Hospital Regional para continuidade do tratamento em UTI pediátrica. A unidade afirma não possuir UTI infantil.

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O episódio evidencia um ponto essencial: crianças em piora clínica precisam de fluxos ágeis, equipamentos confiáveis e comunicação clara entre equipes e familiares. Segurança do paciente não pode depender de sorte — é resultado de rede estruturada e monitoramento constante.

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A família informou que pretende buscar a Justiça. Até a publicação original, SES e Sesau não haviam respondido ao G1. Uma apuração independente pode esclarecer responsabilidades e, sobretudo, transformar uma dor imensa em melhorias reais para proteger outras crianças.

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