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Sindicância aponta falha no atendimento que culminou na morte de Isabella — entre trocas de empresa e promessas, o que falta na saúde local? 🩺🔍

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Sindicância aponta falha no atendimento que levou à morte de Isabella, 1 ano e 7 meses, na Policlínica 24h de Nova Santa Rita 🧵. Prefeitura diz ter tomado medidas e anuncia conclusão de licitação para nova empresa — mas a população precisa de mais do que promessas.

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O relatório municipal reconhece falhas no atendimento. Perguntas cruciais: quais protocolos não foram seguidos? Houve atraso no reconhecimento da gravidade? Publicar o relatório integral e identificar responsáveis é o mínimo para transparência e prevenção.

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A Policlínica atende pela gestão municipal com serviços terceirizados. Trocar de empresa resolve a raiz do problema? É preciso checar cláusulas contratuais, indicadores de qualidade e fiscalização contínua — e ouvir os profissionais que atuam na linha de frente.

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Mais do que investigação pontual: a saúde infantil depende de protocolos pediátricos claros, treinamentos regulares, equipamentos de emergência e fluxo de encaminhamento. Focar só em custo ou prazos de licitação pode manter vulnerabilidades perigosas.

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Quem garante a fiscalização independente? Ministério Público, Vigilância Sanitária e Conselhos de Saúde precisam acesso irrestrito aos dados e ao acompanhamento das medidas. A família de Isabella também merece apoio psicológico e informações sobre responsabilização.

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Há um efeito maior: episódios assim corroem a confiança na rede local e impactam mais os grupos vulneráveis. Solução sustentável exige investimento em pessoal (direitos trabalhistas), continuidade assistencial e auditoria pública das contratações.

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Reflexão final: mudar a empresa é passo — mas insuficiente sem mudanças estruturais: transparência, fiscalização independente, protocolos aplicados e valorização da equipe. Sem isso, tragédias podem se repetir.

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