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A morte de Vitória Valle no canil do Senado comove Brasília e coloca a proteção de trabalhadores no centro do debate. 🕊️

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A morte da veterinária Vitória Valle de Oliveira Pinha, de 36 anos, após ser atacada por um pastor-belga no canil do Senado, comove Brasília. 🕊️ O caso evidencia que segurança no trabalho precisa ser prioridade absoluta em toda instituição pública. 🧵

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Segundo o Senado, Vitória alimentava o animal do Serviço de Cinotecnia na terça-feira (18) quando foi mordida no pescoço. Ela sofreu uma parada cardiorrespiratória, recebeu socorro, passou por cirurgia no Hospital de Base e morreu dias depois.

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Vitória conhecia a rotina da Casa: foi estagiária de Medicina Veterinária entre 2022 e 2024 e retornou como profissional terceirizada no cuidado dos animais. Sua trajetória dá ainda mais peso à discussão sobre proteção efetiva para todas as pessoas que trabalham no serviço público.

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O Serviço de Cinotecnia do Senado atua com cães em patrulha, detecção de explosivos, armas e substâncias ilícitas, além de apoio à Polícia Legislativa. São atividades importantes — e justamente por isso exigem protocolos rigorosos, treinamento contínuo e equipes com suporte adequado.

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O Senado informou que um policial legislativo encontrou Vitória ferida, prestou os primeiros socorros e acionou a ambulância. A Casa manifestou solidariedade à família, amigos e colegas e destacou a dedicação da profissional.

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Além da dor, o caso abre espaço para uma resposta institucional responsável: revisar procedimentos, apurar as circunstâncias, fortalecer prevenção e assegurar condições seguras também a trabalhadores terceirizados. Cuidar de quem cuida é uma obrigação pública.

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A melhor homenagem a Vitória é transformar esse luto em aprendizado concreto: ambientes de trabalho mais seguros, protocolos que funcionem na prática e valorização de cada profissional. Segurança não pode depender do vínculo de contratação — nem ser tratada como detalhe.

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