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Resumo em 10 segundos

⚽ A nova janela de seleções concentra quatro jogos e amplia o dilema entre calendário global, viagens e saúde dos atletas.

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⚽ Mourinho vê a pausa internacional de 3 semanas como um risco real para o Real Madrid: jogadores podem disputar até 4 partidas por suas seleções entre fim de setembro e início de outubro. O problema não é só tático — é físico. 🧵

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A Fifa uniu as tradicionais janelas de setembro e outubro em uma só. A mudança vem após a Copa de 2026, cuja final será em 19 de julho, mas cria uma concentração inédita de jogos, voos e recuperação durante a temporada europeia.

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Mourinho faz uma distinção importante: quem vai à seleção e joga ao menos mantém ritmo. A preocupação maior são os atletas convocados, submetidos a longas viagens e treinos, mas que quase não entram em campo.

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Para clubes e seleções, o calendário virou uma disputa por um recurso finito: o corpo do jogador. Bellingham, Mbappé e outros atletas que tiveram verão exigente chegam a mais uma maratona sem muito espaço para descanso efetivo.

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A questão ultrapassa o Real Madrid. Seleções dependem de seus principais nomes; clubes pagam salários e absorvem as lesões. Sem coordenação mais transparente entre Fifa, confederações e ligas, quem arca com a sobrecarga é o atleta.

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Quatro jogos internacionais numa janela podem reduzir deslocamentos em comparação a duas pausas, mas só serão um avanço se vierem com limites práticos de carga, recuperação adequada e decisões que não tratem jogadores como peças infinitas.

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