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Resumo em 10 segundos

Carta da Frente pela Vida defende mais financiamento, valorização de trabalhadores e preparo para crises climáticas. 🩺

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SUS 100% público, mais verba e carreira para quem trabalha na saúde: essas são algumas propostas que a Frente pela Vida vai entregar a Lula no Rio, em 28 de agosto. 🩺🧵

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A Carta Compromisso será apresentada na 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde. A ideia é colocar na mesa diretrizes para o próximo período e depois encaminhá-las à 18ª Conferência Nacional de Saúde, em 2027.

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O ponto central é bem direto: saúde não pode ser tratada como privilégio ou mercadoria. O documento reforça o SUS como sistema 100% público, numa referência aos 40 anos da histórica 8ª Conferência Nacional de Saúde — aquela do “saúde é democracia”.

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No dinheiro, a reivindicação é pesada: elevar o orçamento público do SUS para pelo menos 6% do PIB, recompor recursos e tirar a saúde das limitações do arcabouço fiscal. Sem financiamento estável, posto, hospital e prevenção ficam sempre no modo improviso.

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Outra prioridade é a atenção básica: UBS perto de casa, equipes completas e cuidado antes de a doença virar urgência. É onde muita gente encontra a porta de entrada do SUS — e fortalecer essa rede ajuda a reduzir desigualdades no acesso.

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A carta também pede carreira única para trabalhadores e trabalhadoras da saúde. Faz sentido: não dá para exigir atendimento de qualidade de profissionais sobrecarregados, com vínculos precários e salários ou condições de trabalho tão desiguais.

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Crise climática, risco de novas pandemias e produção nacional de remédios e tecnologias também entram no texto. A mensagem final é simples: um SUS forte não serve só quando alguém adoece; ele é parte da preparação coletiva para o que vem pela frente.

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