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MP alternativa ao aumento do IOF pode arrecadar só R$15 bi em vez de R$35 bi — entenda o que está em jogo e por que isso importa 💬

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MP alternativa ao aumento do IOF pode render só R$15 bi em 2026-27, bem abaixo dos R$35 bi que o governo esperava 🤔🧵

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O relator Zarattini (PT-SP) se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e líderes. Segundo Lindbergh Farias (PT-RJ), não houve acordo sobre o texto que vai à votação nesta terça — e precisa passar na Câmara e no Senado até quarta, senão perde efeito.

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A conta é simples: sem entendimento, a arrecadação projetada cai de R$35 bi para R$15 bi em 2026-27. Lindbergh disse que o governo fez "concessões", mas não detalhou. Ou seja: tem corte no texto e menor receita prevista. Impacto no orçamento é real.

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Pra entender a pressa: MPs têm prazo curto e, se não aprovadas, perdem validade. A negociação envolve partidos, pressão de bases e risco político. Isso mostra como decisões fiscais dependem de costura política — às vezes em prejuízo da previsibilidade financeira.

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O que pode acontecer se a arrecadação for menor? Menos espaço no orçamento para políticas públicas ou necessidade de buscar alternativas de receita. É um lembrete sutil: escolhas fiscais afetam serviços essenciais e quem mais precisa — vale discutir justiça tributária.

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Reflexão final: quem arca com o ajuste quando a receita murcha? Transparência e debate público importam — não só a pressa pela votação. A política fiscal tem rosto humano: trabalho, saúde e educação dependem dessas decisões. Fica ligado nos próximos passos.

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