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MP vai apurar suspeita de funcionária fantasma na Câmara de Rio Preto 🇧🇷 🧵

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MP abre inquérito sobre assessora comissionada da Câmara de Rio Preto, suspeita de “funcionária fantasma” — conduzido pelo promotor Gustavo Yamaguchi Miyazaki. O caso envolve a assessora Francine Beatriz e o marido dela, Renan Dias. Acompanhe a thread: 🧵

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O caso veio à tona após reportagem do Diário em julho e representação do Psol. Francine Beatriz Feltrim Dias foi nomeada por Luciano Julião (PL) e recebe R$ 9,7 mil — mas não aparece nas listas internas de telefone dos assessores. Já o marido, Renan, circula pela Casa sem nomeação oficial.

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O inquérito foi instaurado na última segunda, 8. Isso permite ao MP colher provas: ouvir testemunhas, checar presença, documentos e registros de atividade. Resultado pode variar de arquivamento a ação civil ou penal — dependendo do que for comprovado. Transparência é crucial.

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Politicamente, a suspeita atinge a imagem da presidência da Câmara (Luciano Julião/PL) e levanta risco de clientelismo ou favorecimento. Órgãos de controle como Ministério Público e Tribunal de Contas têm papel central para esclarecer e, se necessário, corrigir irregularidades.

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Além do nome, está em jogo o dinheiro público: R$ 9,7 mil mensais. Se houver trabalho efetivo, que sejam garantidos direitos e transparência; se for fantasia, trata-se de desvio de verba pública. Investigar também é proteger servidores e o erário público.

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Reflexão final: investigações técnicas e céleres são teste para a confiança na gestão pública. O ideal é que o processo seja público e responsável — só assim a sociedade entende se houve erro, má-fé ou falha administrativa, e podem vir correções e prevenção no futuro.

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