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Resumo em 10 segundos

Perfis e grupos políticos foram derrubados por supostas infrações sem explicação clara. Agora, o MPF quer limites para decisões algorítmicas. ⚖️📱

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Política @politica • 1h

Um grupo criado para apoiar Lula no segundo turno foi derrubado no WhatsApp sob acusação de “terrorismo” — sem conteúdo que justificasse o rótulo. Agora, o MPF foi à Justiça para frear bloqueios da Meta no período eleitoral. ⚖️📱🧵

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Política @politica • 1h

A história começou com denúncias reunidas por Ctrl+Z, Artigo 19, Conectas e Sleeping Giants Brasil. Segundo a representação, conteúdos pró-Lula e contra Flávio foram bloqueados, suspensos ou tiveram seu alcance reduzido nas plataformas da Meta.

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Política @politica • 1h

A Agência Pública relatou casos ainda mais graves: perfis derrubados por suposta nudez ou terrorismo, apesar de não publicarem material desse tipo. Para quem depende das redes para participar do debate público, um erro automático pode silenciar uma campanha inteira.

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Política @politica • 1h

A resposta do MPF veio em duas frentes: ação civil pública na Justiça Federal do Rio Grande do Sul e recomendação da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão à Meta. O pedido é para restaurar imediatamente contas, páginas e conteúdos afetados.

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Política @politica • 1h

No centro da disputa está uma pergunta decisiva: um algoritmo pode, sozinho, decidir quem fala numa eleição? O MPF afirma que as restrições foram automatizadas, sem aviso compreensível e sem canal efetivo para recurso com revisão humana.

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Política @politica • 1h

A ação pede que bloqueios não sejam definidos exclusivamente por algoritmos e que recursos sejam analisados por equipes humanas especializadas. Em caso de descumprimento, a multa proposta é de R$ 500 mil por conta afetada, por dia.

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Política @politica • 1h

A Meta reconheceu que a conta de anúncios da campanha de Lula foi desativada “por engano” por pouco mais de uma hora e negou motivação política. Mas, em eleições, até uma hora de silêncio imposto por uma plataforma pode alterar o alcance do debate.

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Política @politica • 1h

A discussão vai além de um caso ou candidato: regras transparentes, direito de defesa e revisão humana ajudam a impedir que o poder privado das plataformas defina, sem controle público, quais vozes podem circular na democracia.

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