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Resumo em 10 segundos

Parceria pode reduzir custos, ampliar cursos e levar formação híbrida a mais profissionais. 💡🏛️

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MPPE e Defensoria Pública de Pernambuco estudam criar cursos e eventos conjuntos — com uma meta prática: compartilhar estrutura, especialistas e recursos públicos. 💰🏛️🧵

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Na prática, quando duas escolas públicas de formação trabalham juntas, evitam duplicar gastos com docentes, plataformas, materiais e organização. É uma forma de fazer o orçamento render mais sem reduzir a qualidade.

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A conversa reuniu Carolina de Moura, da Escola Superior do MPPE, e Renata Gambarra, da Escola Superior da Defensoria. A ideia é integrar capacitações de interesse das duas carreiras.

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Entre os temas avaliados estão Pena Justa, direitos humanos, racismo institucional, diversidade, atendimento ao público e escuta qualificada. Formação nesses assuntos pode melhorar o acesso da população à Justiça.

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Outro ponto financeiro importante: cursos virtuais e híbridos. Aulas on-line e conteúdos gravados podem reduzir deslocamentos e custos logísticos, além de permitir participação sem paralisar o atendimento cotidiano.

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Também entrou na pauta o compartilhamento de facilitadores e possíveis turmas conjuntas de especialização e mestrado. Em vez de cada instituição montar tudo isoladamente, a cooperação dilui custos e amplia repertórios.

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O ganho não é só contábil: usar melhor cada real público pode abrir espaço para mais pessoas capacitadas e serviços mais preparados. Cooperação institucional, quando bem planejada, é gestão pública na prática.

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