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Com 97,5% das urnas apuradas, Reinaldo Azambuja e Capitão Contar foram eleitos pelo Mato Grosso do Sul. Entenda o peso dessa dupla no Senado 🗳️

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Mato Grosso do Sul elegeu Reinaldo Azambuja e Capitão Contar, ambos do PL, para o Senado 🗳️🧵 Com 97,5% das urnas apuradas, os dois garantiram mandatos de 2027 a 2035 — oito anos com bastante peso em Brasília.

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Azambuja ficou em 1º: 34,8% dos votos, ou 885.499 eleitores. Fazendeiro e ex-governador de MS por dois mandatos, ele já passou pela prefeitura de Maracaju e pelas Assembleias estadual e federal.

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Capitão Contar veio logo atrás, com 33,1%: 843.787 votos. Militar da reserva, formado pela Aman, ele entrou na política em 2018 e foi o deputado estadual mais votado da história de Mato Grosso do Sul.

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Na prática, não é só uma cadeira “em Brasília”. Senadores votam leis nacionais, indicados para tribunais e autoridades, além de decisões que mexem com orçamento, saúde, educação, ambiente e direitos no trabalho.

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Os suplentes também importam: Nelsinho Trad (PSD) e Felipe Mattos ficam ligados à vaga de Azambuja. Para Contar, os suplentes são Claudio Mendonça e Luciano Barbosa Rodrigues. Se houver afastamento, eles podem assumir.

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A dupla terá de representar um estado marcado pelo agronegócio, pela presença indígena, por desafios ambientais no Pantanal e por desigualdades regionais. O teste real será transformar voto em políticas que alcancem quem vive longe da capital também.

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O mandato só começa em 2027, mas vai até 2035. Em oito anos, duas cadeiras podem pesar muito nos rumos de pautas nacionais — e reforçam por que acompanhar o Senado é tão importante quanto acompanhar a eleição.

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