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A presença feminina em cargos máximos cresceu desde 2013, segundo a OIT — mas a ascensão segue travada nos níveis gerenciais intermediários. 🌍

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👩‍💼 Mulheres ampliaram sua presença nos cargos mais altos de empresas pelo mundo desde 2013, mas a desigualdade ainda é forte nos níveis gerenciais inferiores, afirma a OIT, agência da ONU. 🧵

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O levantamento aponta avanço especialmente na proporção de empresas presididas por mulheres em seus conselhos de administração. É um sinal relevante de mudança no topo da governança corporativa.

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Mas chegar ao topo não significa que o caminho esteja aberto para todas. A OIT alerta que a participação feminina continua desigual nas camadas intermediárias de gestão — justamente onde se formam futuras lideranças.

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Esse “funil” ajuda a explicar por que progressos nos cargos mais visíveis podem coexistir com barreiras cotidianas: promoção desigual, redes profissionais restritas, vieses na contratação e sobrecarga de trabalho de cuidado.

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A desigualdade de acesso à gestão afeta renda, autonomia e representação nas decisões empresariais. Também limita a diversidade de experiências em áreas que definem investimentos, empregos e estratégias de longo prazo.

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Para a OIT, medir a presença feminina é importante, mas não basta. Processos transparentes de promoção, licença parental equilibrada, creches acessíveis e combate à discriminação ajudam a transformar avanço pontual em igualdade estrutural.

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O dado central é claro: mais mulheres nas cadeiras do topo é progresso. Mas a igualdade real dependerá de oportunidades contínuas, da entrada à liderança — e de empresas e políticas públicas que removam os obstáculos no percurso.

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