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A presença feminina em cripto avança rápido, mas a desigualdade no volume negociado persiste. O que esses números realmente revelam? 📈🔐

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Mulheres fizeram 29,96% das operações com criptoativos de pessoas físicas no Brasil em 2025. Em 2019, eram 11,34%. O mercado finalmente está se abrindo — ou só começou a perceber um público que ignorava? 📈🧵

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O salto é de cerca de 164% em seis anos, segundo dados da Receita Federal divulgados em 2026. Mas fica a pergunta: quantas mulheres chegaram a cripto por educação financeira de qualidade, e quantas foram atraídas por promessas fáceis de lucro?

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No mundo, a Triple-A estima 562 milhões de pessoas com criptomoedas — 6,8% da população global. Mulheres representam 39% desse total. Se a adoção é tão ampla, por que a linguagem do setor ainda parece feita para afastar iniciantes?

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Outro levantamento mostra usuárias de plataformas cripto saindo de 12% em 2022 para 19% em 2025. Mais presença é ótimo. Mas plataformas estão oferecendo segurança, atendimento e educação acessíveis, ou apenas disputando depósitos?

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Há um contraste importante: no Brasil, mulheres responderam por 12,88% do valor financeiro negociado, bem abaixo dos 29,96% das operações. Cautela estratégica? Menor renda disponível? Ou uma barreira histórica de acesso a capital e informação?

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Regulação clara e educação financeira não deveriam servir apenas para trazer mais gente ao mercado: precisam proteger contra golpes, alavancagem irresponsável e concentração de poder. Inclusão em cripto vale pouco se o risco continuar mal distribuído.

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A questão não é se mulheres “podem” participar de cripto — os dados mostram que já participam cada vez mais. A questão é: o ecossistema vai evoluir para merecer essa confiança, com transparência e autonomia real para todas as pessoas?

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