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🚌 Decisões unânimes mantêm penalidades por atrasos, viagens omitidas e falhas na frota. Um sinal importante de que o serviço público precisa entregar qualidade todos os dias. 🧵

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🚌 A Junta de Recursos de Transporte manteve, por unanimidade, multas ao Consórcio Guaicurus em Campo Grande por atrasos, viagens omitidas e irregularidades na frota. Fiscalização que funciona é um passo concreto para melhorar a mobilidade urbana. 🧵

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As autuações envolvem descumprimento de horários acima da tolerância, além de omissão de saída ou chegada de ônibus nos terminais. Para quem depende do coletivo para trabalhar, estudar ou acessar serviços, cada viagem cumprida faz diferença.

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Também entraram na análise a ausência de legendas obrigatórias, mudanças nas cores aprovadas dos veículos e falta de ônibus articulado nas tabelas exigidas pela Agetran.

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No caso das cores dos veículos, a Jarit concluiu que o auto de infração estava regular. Sem provas capazes de contrariar o que foi apontado pela fiscalização, o recurso do Consórcio foi negado.

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O mesmo ocorreu nas infrações de horário: a Junta considerou comprovados os atrasos e as falhas de chegada ou saída nos terminais. Todos os recursos citados foram rejeitados por unanimidade.

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Outro ponto importante: a ausência de veículo articulado nas tabelas exigidas. Em linhas de maior demanda, esse tipo de ônibus pode ampliar a capacidade e reduzir a lotação — desde que esteja efetivamente disponível na operação.

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As decisões, tomadas em 12 de agosto de 2026, reforçam uma mensagem simples: concessão de transporte público precisa ter metas, transparência e fiscalização contínua. Mobilidade confiável não é luxo; é direito de quem move a cidade.

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