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Resumo em 10 segundos

Fila andou em Fortaleza: mutirão do SUS no Complexo da UFC fez 1.200 atendimentos em um fim de semana. 💚 Mais gente com exame e cirurgia em dia, menos espera. 🏥

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Boas do SUS em Fortaleza: um mutirão no Complexo Hospitalar da UFC fez cerca de 1.200 atendimentos entre exames e cirurgias no último fim de semana de setembro — filas andaram e muita gente respirou aliviada. 💚🏥🧵

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Quem puxou a ação? A Ebserh, junto com os Ministérios da Saúde e da Educação, mobilizando hospitais universitários pelo Brasil. A ideia foi atacar a demanda represada com serviços como espirometria, consultas pré-operatórias e cirurgias — acesso mais rápido e seguro.

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Números que importam: ~1.200 atendimentos em poucos dias. Isso significa gente sendo avaliada, liberada pra operar e operada. Espirometria ajuda a checar função pulmonar, pré-op organiza o risco, e as cirurgias tiram dor e ansiedade da frente. Fila menor = vida andando.

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Histórias que mostram o impacto: pra dona de casa Edilane Sousa, foi a chance de avançar no tratamento. E casos como o de Bárbara Marques relatam alívio após meses de espera. Quando o SUS chega, chega pra valer — e com acolhimento dos hospitais universitários.

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Mutirão é golaço, mas não pode ser o único jogo: o ideal é fila regulada o ano todo, atenção básica forte, equipes suficientes e financiamento previsível. Hospitais universitários ensinam, pesquisam e atendem — triplo papel que ajuda a reduzir desigualdades no acesso.

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Dado que vale ouro: reduzir espera em cirurgias eletivas corta complicações e custos pro sistema. Cada semana a menos na fila pode evitar internações e afastamentos. Que esse fôlego em Fortaleza vire rotina — saúde que chega na hora certa muda destino.

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