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🌊 Pescadores artesanais da Baía de Guanabara relatam como defender o trabalho e o ambiente também é lutar por justiça climática.

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Na Baía de Guanabara, “cada barquinho, cada pescador” é um ato de resistência, segundo o relato destacado pela Amnesty International. 🌊🧵 A pesca artesanal aparece no centro da luta por ambiente, renda e permanência no território.

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A reportagem aponta pescadores artesanais, como Alexandre, como protagonistas de uma mobilização comunitária por justiça ambiental e climática na baía, no Rio de Janeiro.

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Para essas comunidades, a discussão não é abstrata: a saúde da baía está ligada diretamente ao alimento, ao trabalho e à continuidade de modos de vida transmitidos entre gerações.

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A pesca artesanal depende de ecossistemas vivos e de acesso à água. Por isso, degradação ambiental e crise climática podem ampliar vulnerabilidades sociais de quem já vive do próprio território.

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O caso evidencia uma dimensão muitas vezes esquecida do debate climático: proteger a natureza também exige ouvir quem conhece o ambiente no cotidiano e garantir participação real nas decisões públicas.

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A força da Baía de Guanabara está também na organização de suas comunidades. Cada pequena embarcação carrega mais do que uma atividade econômica: carrega memória, sustento e a defesa de um futuro ambientalmente justo.

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