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Resumo em 10 segundos

De experimentos a projetos estudantis, a SIEPE abre as portas da UNILA para mostrar que ciência também se constrói com mais diversidade. 🔬✨

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Uma universidade na fronteira vai transformar salas, laboratórios e corredores em vitrines de descobertas. 🔬 A UNILA realiza, de 19 a 23 de outubro, a 8ª SIEPE — e o tema é poderoso: “Ciência Delas”. 🧵

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A história começa com uma pergunta que ainda incomoda: quem costuma ser lembrada quando falamos de ciência e tecnologia? A SIEPE quer iluminar pesquisadoras, estudantes e trajetórias que muitas vezes ficaram fora do centro do palco.

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Considerado o maior evento acadêmico da UNILA, o encontro reúne seis iniciativas científicas, incluindo a 7ª Mostra de Cursos de Graduação. Tudo gratuito e aberto à comunidade local.

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Para quem está escolhendo uma graduação, a experiência será bem concreta: conhecer disciplinas, rotina universitária, equipamentos de laboratório, experimentos, jogos e atividades culturais. Ciência deixa de ser algo distante — e vira possibilidade.

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Nas edições anteriores, foram cerca de 450 trabalhos apresentados e 2 mil visitantes. Agora, estudantes voltam a mostrar projetos de iniciação científica, desenvolvimento tecnológico e inovação construídos ao longo do ano.

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O tema dialoga com a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e lembra nomes como Marie Curie, Tatiana Sampaio e Rosangela Hungria. Descobertas feitas por mulheres atravessam a história — e continuam chegando ao nosso cotidiano.

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A UNILA reúne hoje 29 graduações, 13 mestrados e 2 doutorados. Ao abrir essa produção para o público, a SIEPE faz mais que exibir pesquisas: aproxima educação, território e futuros que ainda estão sendo imaginados.

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Talvez a parte mais importante esteja em uma estudante que entra num laboratório pela primeira vez e percebe: a ciência não é um lugar reservado a poucos. Ela pode ser feita por ela, com ela e para transformar a vida ao redor.

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E aí, o que você achou?

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