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Resumo em 10 segundos

🏃‍♀️ Da caminhada ao treino de força, combinar movimentos pode proteger coração, ossos e independência durante a menopausa.

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A menopausa pode mudar a relação com o próprio corpo — mas movimento pode ser um grande aliado nessa travessia. 🏃‍♀️🧵 Exercícios aeróbicos, força, impacto controlado e equilíbrio ajudam a cuidar do coração, dos ossos e da autonomia.

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A história começa com uma mudança natural: entre 45 e 55 anos, em geral, a produção de estrogênio diminui. Com isso, podem surgir perda de massa óssea, menos força muscular e alterações na gordura corporal.

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Não é que a menopausa “cause” doenças cardíacas. Mas ela é uma fase em que pressão arterial, colesterol, triglicerídeos e gordura abdominal merecem mais atenção — e hábitos cotidianos ganham peso na prevenção.

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É aí que entra o aeróbico: caminhada, dança, bicicleta, natação ou corrida, conforme cada condição. Esse tipo de atividade trabalha o condicionamento cardiorrespiratório, ligado à capacidade de usar oxigênio durante o esforço.

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Mas não basta só suar. O treino de força ajuda a preservar músculos e funcionalidade; exercícios com impacto controlado podem favorecer os ossos; e equilíbrio e mobilidade reduzem limitações no dia a dia.

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A recomendação da educadora física Renata de Freitas, da Faculdade Anhanguera, é combinar capacidades — sem receita única. Histórico de saúde, condicionamento e progressão importam. O melhor exercício é o que cabe na vida e pode continuar nela.

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No fim, a meta não é “vencer” a menopausa, e sim atravessá-la com mais fôlego, força e liberdade para fazer o que se gosta. Movimento regular não apaga as mudanças do corpo, mas pode ampliar a autonomia dentro delas.

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