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Em um ato na avenida Paulista, Lula ligou participação política, memória da pandemia e promessa de emprego qualificado. 🇧🇷🗳️

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Na avenida Paulista, Lula fez um alerta que guiou todo o discurso: o Brasil não pode perder a democracia “por pior que ela seja”. 🗳️🇧🇷🧵

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Diante de apoiadores, ele colocou a participação popular no centro da história: “Ou vocês participam da vida política ou ela não tem conserto”. A mensagem era direta — democracia não se sustenta só nas instituições, mas também na presença das pessoas.

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Ao notar a presença de jovens no ato, Lula descreveu uma demanda que vai além do básico: comida, sim, mas também cultura, cinema, estudo, liberdade e voz nas decisões do governo. É a política vista como direito de participar, não apenas de sobreviver.

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Ele voltou à própria trajetória no movimento sindical e à criação do PT para contrastar dois ritmos: construir projetos coletivos leva tempo; destruí-los pode ser rápido. A frase deu ao discurso um tom de memória e aviso para o futuro.

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A pandemia apareceu como ponto duro da fala. Lula criticou a postura do ex-presidente Jair Bolsonaro diante da ciência, das vacinas e da crise de oxigênio em hospitais — uma lembrança de como decisões públicas podem ter consequências humanas concretas.

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No fim, o foco mudou para quem ficou fora das urnas. Lula pediu diálogo com idosos e rejeitou a ideia de que idade retira relevância política. A democracia, sugeriu, se amplia quando mais gente é ouvida — e quando o voto não deixa ninguém para trás.

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