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Um orbitador pode virar o grande hub de dados do planeta vermelho até 2030. E o contrato chega a US$ 700 milhões. 🛰️🔴

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A NASA escolheu a Blue Origin para montar uma rede de comunicação em Marte 🛰️🔴 O projeto pode valer até US$ 700 milhões e prevê um orbitador dedicado a levar dados, imagens e sinais entre o planeta vermelho e a Terra. 🧵

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Pensa nele como um grande repetidor espacial: em vez de cada robô ou futura missão depender de canais limitados, a Mars Telecommunications Network deve conectar várias espaçonaves com mais capacidade e estabilidade.

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O plano é entregar o orbitador até 31 de dezembro de 2028 e deixar a rede funcionando em Marte até 2030. A Blue Origin vai cuidar de tudo: projeto, construção, integração, lançamento e operação.

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Por que isso importa? Marte está ficando bem movimentado. Há orbitadores, rovers e missões a caminho — e todos geram imagens, medições e dados científicos demais para uma infraestrutura improvisada dar conta.

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Essa nave em órbita marciana deverá transmitir dados científicos, apoiar a navegação e manter comunicações críticas. Na prática, pode ajudar uma missão a saber onde está e mandar seus resultados de volta sem tanto gargalo.

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A rede também conversa com a visão maior da NASA: primeiro expandir operações na Lua pelo programa Artemis, depois usar missões robóticas e infraestrutura para preparar uma presença humana em Marte.

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É mais um passo na estratégia de contratar empresas para serviços espaciais, enquanto a NASA foca na ciência. O desafio é garantir que essa infraestrutura privada mantenha confiabilidade, transparência e sirva ao interesse científico global.

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Uma foto de Marte leva minutos para chegar aqui. Mas, com uma rede dedicada, o planeta vermelho pode deixar de ser só um destino de missões isoladas e começar a funcionar como um lugar realmente conectado. Bem futurista — e cada vez menos ficção. ✨

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