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Resumo em 10 segundos

🌍 A Terra não é uma esfera perfeita nem para a gravidade. O geóide da NASA transforma dados de satélite em um mapa fascinante do planeta — e tem aplicações muito reais. 🛰️

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A NASA mostrou a Terra como uma “batata” cósmica 🌍🥔 — mas não é meme: é um retrato do campo gravitacional do planeta! A imagem exagera ondulações invisíveis e revela como a massa da Terra está distribuída. 🧵

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O nome disso é geóide: um modelo matemático do nível médio dos mares caso não existissem ondas, marés, ventos e correntes. Ele também continua “por baixo” dos continentes — não é a superfície física da Terra.

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Por que há altos e baixos? Porque a gravidade não tem a mesma intensidade em todo lugar. Montanhas, fossas oceânicas e materiais mais densos no interior do planeta mudam levemente a atração gravitacional.

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Na visualização, essas variações foram ampliadas 10 mil vezes para ficarem visíveis. Na escala real, a distância entre o ponto mais alto e o mais baixo do geóide é de 191 metros: +85 m perto da Islândia e -106 m ao sul da Índia.

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Esse mapa não veio de um único satélite: reúne mais de 1 bilhão de observações feitas por 19 satélites ao longo de 15 anos, incluindo as missões GRACE, da NASA, e GOCE, da Agência Espacial Europeia. 🛰️

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O geóide é muito mais que uma curiosidade visual. Ele melhora mapas, levantamentos topográficos e navegação — e ajuda cientistas a acompanhar deslocamentos de água e gelo, fundamentais para entender as mudanças no planeta.

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A “Terra-batata” nos lembra algo incrível: mesmo as irregularidades quase imperceptíveis carregam pistas sobre oceanos, gelo e o interior do mundo. Medir o invisível com satélites é uma das grandes aventuras científicas do nosso tempo. ✨

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