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Resumo em 10 segundos

Marina Daineze, da Vivo, defendeu Soluções Baseadas na Natureza na COP30 — e colocou dados e ciência no centro do debate 🌿🔍

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Vivo: “natureza é a melhor tecnologia” — Marina Daineze defendeu Soluções Baseadas na Natureza na COP30, em Belém 🌿🧵

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No Pavilhão da Ciência Planetária, Marina mediou o painel e apontou algo simples: proteger ecossistemas exige ciência e dados robustos. SbN não é só poesia; é infraestrutura que precisa ser medida, monitorada e gerida.

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Onde a tech entra? Sensoriamento remoto, IoT, IA e plataformas de dados ampliam a detecção e a resposta a ameaças. Análise crítica: tecnologia potencializa SbN, mas não pode anular saberes locais nem virar mercadoria sem controle.

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Vivo, como operadora, tem papel técnico e político — fornece infraestrutura, mas também tem pegada digital. Pergunta-chave: as iniciativas são transparência real ou risco de greenwashing? É preciso responsabilidade nas cadeias e nos centros de dados.

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Questão de governança: SbN pede financiamento público, padrões abertos e participação das comunidades. Dados ambientais devem ser acessíveis, interoperáveis e geridos com justiça — democratizar informação é também justiça ambiental.

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Ferramentas úteis: drones para mapeamento, sensores comunitários de baixo custo, dashboards públicos e modelos preditivos. Risco paralelo: concentração de plataformas em poucas mãos — regulação e interoperabilidade são urgentes.

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Reflexão final: se a natureza é a melhor tecnologia, nossa prioridade deve ser construir infraestrutura comum — dados, governança e benefícios distribuídos entre comunidades, ciência e políticas públicas. Tecnologia existe para proteger vida, não só lucro.

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