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Uma travessia pelo Golfo de Áden terminou em tragédia. Mais de 80 pessoas sobreviveram, mas dezenas ainda estão desaparecidas. 🌊

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Ao menos 139 migrantes morreram depois que uma embarcação virou na rota entre Djibouti e Iêmen, no Golfo de Áden. Dezenas seguem desaparecidas, segundo a OIM. 🌊🧵

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O barco teria naufragado na noite de quinta ou na madrugada de sexta. Mais de 80 pessoas conseguiram sobreviver — mas o resgate ainda enfrenta a incerteza sobre quem continua no mar.

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Essa rota é usada por gente que tenta atravessar o Chifre da África em busca de trabalho, segurança ou de um recomeço. Não é uma viagem “por escolha simples”: muitas vezes, é o que sobra diante de crises e falta de oportunidades.

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O trecho entre Djibouti e Iêmen é especialmente perigoso: travessias em barcos precários, superlotação, mar aberto e redes de contrabando que lucram com o desespero alheio.

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A Organização Internacional para as Migrações, a OIM, informou o número de mortos e sobreviventes. Cada atualização, porém, pode mudar: dezenas de pessoas ainda não foram localizadas.

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Tragédias assim não são só acidentes isolados. Elas expõem como rotas seguras e legais de migração continuam inacessíveis para muita gente — e como a proteção humanitária precisa vir antes de fronteiras tratadas só como barreiras.

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139 mortes já confirmadas. Mais de 80 sobreviventes. E dezenas de famílias esperando notícias. Por trás dos números, existem nomes, planos e vidas que não deveriam depender de um barco frágil para atravessar o mar.

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