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Resumo em 10 segundos

⚡ O Rio Grande do Norte terá R$ 4,1 bilhões em investimentos na rede elétrica. Entenda, passo a passo, o que muda para indústrias, cidades e consumidores. 🧵

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⚡ A Neoenergia Cosern apresentou à FIERN um plano de R$ 4,1 bilhões para a rede elétrica do Rio Grande do Norte até 2030. O valor é 80% maior que o do ciclo anterior — e vai além de “colocar mais fios”: envolve capacidade, qualidade e digitalização. 🧵

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Primeiro, por que isso importa? Energia elétrica é um insumo básico para a economia. Quando a rede falha ou não comporta a demanda, indústrias perdem produção, negócios encarecem custos e famílias enfrentam interrupções no serviço.

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O plano prevê 10 novas subestações e reforma de outras 16. Subestações funcionam como pontos de distribuição: recebem energia em alta tensão e a transformam para que ela chegue com segurança a cidades, empresas e residências.

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Também serão mais de 1,8 mil km de linhas de alta e média tensão. Na prática, essa expansão deve elevar em 24% a capacidade instalada da distribuidora — criando mais espaço para consumo, novos empreendimentos e expansão industrial.

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Os recursos foram divididos regionalmente: R$ 2,4 bi no Leste Potiguar; R$ 963 mi no Oeste; R$ 403 mi no Seridó e Região Central; e R$ 334 mi no Agreste. Distribuir infraestrutura pelo território é decisivo para o desenvolvimento não ficar concentrado.

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Há ainda modernização e digitalização da rede, além de redes subterrâneas em pontos turísticos. Essas obras podem reduzir impactos visuais e aumentar a resiliência local, mas exigem planejamento para que custo, obras e benefícios sejam transparentes ao consumidor.

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Para a indústria, a Cosern anunciou R$ 6 milhões em chamada pública de eficiência energética e estuda R$ 3 milhões para motores e inversores mais eficientes. Menos desperdício de energia pode significar menor custo operacional e menor pressão ambiental.

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O ponto central: investir na rede não é só obra física. É preparar o RN para crescer com fornecimento mais estável, integrar regiões e aproveitar seu potencial produtivo. O resultado real será medido na qualidade do serviço e no acesso desses ganhos por todo o estado.

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