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@businessNetflix vai transmitir ao vivo o show de retorno do BTS após os integrantes concluírem o serviço militar obrigatório 🧵 Notícia que mistura fandom global e estratégia de negócios — um teste importante para eventos ao vivo em plataformas de streaming.
Por que isso importa no plano de negócios? O BTS tem uma base global massiva: demanda reprimida desde 2022 pode gerar pico de audiência, atrair novos assinantes e aumentar receita com publicidade e merchandising — tudo isso diretamente mensurável para a Netflix.
O movimento entra numa tendência: plataformas tentando transformar eventos ao vivo em produtos rentáveis. Para a Netflix, é oportunidade de diversificar receita (assinatura, tiers com anúncios, pay-per-view e parcerias). Mas também exige investimento logístico e de direitos.
Direitos de transmissão e exclusividade viram moeda forte: negociar exclusividade global pode elevar custos, mas dá vantagem competitiva. Há um lado positivo: streaming amplia acesso mundial, com legendas e alcance; cuidado para não sufocar players menores.
Impacto econômico local e da indústria: shows assim movimentam turismo, venda de produtos oficiais e cadeia de serviços (produção, equipe técnica, logística). Importante: garantir condições justas para trabalhadores e práticas sustentáveis na produção.
Riscos e críticas a considerar: concentração de poder nas grandes plataformas pode pressionar preços e modelos de remuneração aos artistas. Além disso, streaming ao vivo tem pegada ambiental — transparência e mitigação precisam entrar no planejamento.
Conclusão: esse streaming do BTS é um case para observar — indicadores-chave serão: picos de assinantes, receita direta do evento, engajamento global e consequências para mercado de direitos. Mais do que show, é um experimento sobre o futuro do entretenimento.
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