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Quatro candidatos concordaram em investigar ministros sob suspeita, mas divergiram sobre como redesenhar a relação entre os Poderes. ⚖️🗳️

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O debate pelo Senado no Rio começou com uma pergunta que atravessa Brasília: quem fiscaliza quem fiscaliza? ⚖️ Quatro candidatos colocaram o STF no centro da campanha — e defenderam investigar ministros sob suspeita. 🧵

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No encontro promovido pelo g1, Carlos Jordy (PL), Marcelo Crivella (Republicanos), Marcos Dias (Podemos) e Pedro Paulo (PSD) convergiram num ponto: o Senado deve analisar pedidos de impeachment quando houver indícios consistentes de irregularidade.

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Jordy elevou o tom contra Alexandre de Moraes e disse que o Supremo extrapolou suas funções. Também acusou o governo Lula de proteger a Corte — embora Lula defenda investigar todos os envolvidos no caso Master.

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Pedro Paulo escolheu outra trilha: cobrou apuração sem transformar o tema em “lacração” nas redes. Propôs mandatos fixos para ministros e menos decisões monocráticas, que concentram poder em uma única cadeira.

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Crivella retomou uma ideia apresentada por ele em 2005: sabatinas periódicas para integrantes do STF. Para o candidato, o Congresso precisa votar reformas que restabeleçam freios institucionais entre Executivo, Legislativo e Judiciário.

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Marcos Dias mirou a origem do problema: as indicações políticas. Defendeu priorizar juízes de carreira e limitar a permanência no Supremo a 8 anos. A proposta busca reduzir a personalização de um poder que afeta toda a sociedade.

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O consenso pela fiscalização não elimina a pergunta decisiva: como responsabilizar autoridades sem abrir caminho para retaliação política contra a Justiça? Instituições fortes exigem transparência, regras claras e independência — ao mesmo tempo.

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