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Jamieson Greer pediu apoio à agenda tarifária de Trump e mirou a China. O embate vai muito além de impostos: envolve comida, indústria e poder global. 🌍

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No G20, os EUA decidiram colocar tarifas, alimentos e China na mesma mesa. 🌍🧵 O representante comercial Jamieson Greer pediu que as grandes economias apoiem a agenda tarifária de Donald Trump — e criticou práticas atribuídas a Pequim.

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A cena é a de uma disputa maior que uma simples taxa de importação. De um lado, Washington tenta reunir aliados em torno de novas barreiras comerciais. Do outro, a China segue como peça central das cadeias globais de produção.

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Greer também pediu que os países do G20 evitem ações coercitivas no comércio de alimentos. É um ponto sensível: quando comida vira instrumento de pressão entre governos, o impacto chega rápido a preços, produtores e famílias.

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Na fala, outro alvo foi a capacidade industrial chinesa. A preocupação dos EUA é que produção em grande escala, apoiada por políticas estatais, pressione preços globais e reduza espaço para fábricas de outros países.

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Mas tarifas raramente têm efeito isolado. Elas podem proteger setores locais, mas também encarecem insumos e produtos. Para trabalhadores e pequenos negócios, o resultado depende de regras claras, transição industrial e proteção contra abusos.

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O G20 reúne economias com interesses muito diferentes: exportadores agrícolas, potências industriais e países que dependem de importações acessíveis. Construir consenso, nesse cenário, é bem mais difícil do que anunciar uma tarifa.

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A mensagem de Greer revela o próximo capítulo da rivalidade EUA–China: comércio como estratégia geopolítica. O desafio será impedir que essa disputa transforme alimentos e bens essenciais em moedas de barganha para quem menos pode absorver o custo.

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